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Polícia busca madrasta que mandou matar jovem no Rio; Moradores se revoltam
12/11/2025 18h35
Por: Redação
Reprodução

Moradores de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, foram às ruas nesta terça-feira (11) em busca de Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, suspeita de mandar matar Laís de Oliveira Gomes, de 26 anos, assassinada com um tiro na nuca enquanto empurrava o carrinho do filho de 2 anos, no bairro de Sepetiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), Gabrielle teria planejado o crime com o objetivo de obter a guarda exclusiva da enteada, filha da vítima. A Justiça do Rio já expediu mandado de prisão temporária contra a suspeita.

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População revoltada ajuda nas buscas

O assassinato aconteceu no dia 4 de novembro, mas com o avanço das investigações e a divulgação de novos detalhes, moradores se mobilizaram para tentar localizar Gabrielle. O Disque Denúncia divulgou um cartaz com a foto da suspeita e pediu que informações sobre seu paradeiro sejam repassadas anonimamente.

Pagou R$ 20 mil por execução

Segundo a polícia, Gabrielle Cristine pagou R$ 20 mil a dois homens para matar Laís. Os suspeitos foram identificados como Erick Santos Maria Lasnor, de 30 anos, e Davi de Souza Malto, de 24, que aparecem em imagens de câmeras de segurança no momento da execução. Ambos foram presos e confessaram o crime.

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Depoimento levantou suspeitas

O delegado responsável pelo caso afirmou que Gabrielle chegou a prestar depoimento no início das investigações, mas foi liberada em um primeiro momento. No entanto, seu celular foi apreendido, após os policiais desconfiarem de incoerências no relato e no comportamento dela durante o depoimento.

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A virada no caso ocorreu quando o irmão de Laís apontou suspeitas sobre Gabrielle. A partir daí, a polícia cruzou dados e confirmou indícios de envolvimento direto da mulher no crime.

Investigações continuam

A DHC segue com as diligências para localizar e prender Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, considerada foragida. A Polícia Civil informou que trabalha para reunir novas provas sobre a motivação e o papel de cada um dos envolvidos na morte de Laís de Oliveira, crime que chocou moradores da Zona Oeste e da Baixada Fluminense.