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Modelo brasileira morre após procedimento estético ilegal realizado por profissional sem licença nos EUA

11/04/2026 17h45
Por: Eduardo
Modelo brasileira morre após procedimento estético ilegal realizado por profissional sem licença nos EUA

A Justiça americana considerou a brasileira Vivian Alexandra Gomez culpada por homicídio culposo e exercício ilegal da medicina após a morte da modelo Christina Ashten Gourkani, conhecida nas redes sociais por sua semelhança com a socialite Kim Kardashian. A pena de Vivian deve ser divulgada em maio. A vítima, Ashten G., tinha 34 anos e havia alcançado notoriedade como influenciadora digital e criadora de conteúdo na plataforma OnlyFans.

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Segundo a promotoria, Vivian viajou da Flórida para a Califórnia para realizar o procedimento estético. Ela se encontrou com Ashten em um hotel na cidade de Burlingame e aplicou injeções ilegais de silicone nas nádegas da modelo em troca de pagamento. Após o procedimento, Ashten apresentou convulsões e faleceu no dia seguinte devido a insuficiência respiratória e embolia pulmonar. Vivian foi presa em abril de 2023.

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O LA Times destacou que Vivian administrava, sem licença, um negócio de cosmetologia na Flórida, oferecendo procedimentos estéticos proibidos. A acusação apontou que Ashten recebeu pelo menos duas injeções antes de apresentar os sintomas fatais. O advogado de Vivian não respondeu às solicitações da imprensa americana.

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Ashten G. compartilhava nas redes sociais sua rotina e viagens para destinos como Mykonos, na Grécia, e Cabo San Lucas, no México. Ela também marcou presença assistindo à Copa do Mundo de 2022 em Doha, no Qatar. A modelo acumulava mais de 610 mil seguidores no Instagram, e sua vida online mostrava um estilo de “espírito livre”, conforme descreveu a família.

A família de Ashten utilizou as redes sociais da influenciadora para divulgar uma vaquinha online de US$ 40 mil. Em nota, eles lamentaram a morte da filha e irmã, descrevendo-a como “um espírito livre, carinhoso e amoroso, que sempre trouxe sorrisos a quem cruzava seu caminho”. O caso chamou atenção internacional, evidenciando os riscos de procedimentos estéticos realizados por profissionais sem licença. 

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