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Homem é preso após assassinar companheira e tentar extorquir conhecidos
Lucas Alves, de 26 anos, foi preso em um galpão enquanto bebia com um amigo; ele confessou o crime, mas alegou ter agido em defesa própria.
13/04/2026 16h15
Por: Redação
Reprodução / PMGO

A Polícia Militar de Goiás (PMGO) prendeu, no último sábado (11/4), Lucas Alves, de 26 anos, pelo assassinato de sua companheira, Heloisa Pereira, de 24 anos. O crime, registrado como feminicídio, chocou a capital não apenas pela violência, mas pelas ações do suspeito logo após a morte da jovem: ele utilizou o perfil da vítima para tentar conseguir dinheiro com os contatos dela.

A Captura e a Confissão

Após o crime, Lucas fugiu utilizando a motocicleta de Heloisa. Ele foi localizado por equipes da Rotam e do 42º Batalhão em um galpão no Jardim Petrópolis. No momento da abordagem, o suspeito estava bebendo com um amigo, demonstrando total indiferença ao ocorrido.

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Ao ser questionado pelos policiais, Lucas confessou ter matado Heloisa, mas apresentou uma versão de confronto. “Ela me agrediu e me enforcou, e eu apenas me defendi”, afirmou o agressor aos militares. A versão, no entanto, será confrontada pela perícia técnica.

Mensagens e Extorsão

O detalhe que mais chamou a atenção dos investigadores foi a conduta de Lucas após o assassinato. De posse do celular de Heloisa, ele se passou por ela e enviou mensagens para amigos da jovem solicitando transferências financeiras via Pix.

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Em uma das conversas interceptadas, ele escreveu: “Oi, tem como me mandar 100?”. Logo em seguida, ele orientou a pessoa a enviar o valor diretamente para a sua conta pessoal: “Manda no do Lucas. 180”.

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Procedimentos Legais

Com o suspeito, a polícia recuperou a moto e o aparelho celular de Heloisa Pereira. Lucas Alves foi conduzido à delegacia e autuado em flagrante por feminicídio. O caso agora segue para a Polícia Civil, que deverá ouvir testemunhas e analisar o histórico do casal para verificar se já existiam registros de violência doméstica anteriores.

O corpo de Heloisa foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), e o caso segue sob forte repercussão nas redes sociais, onde amigos e familiares pedem justiça.