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Justiça pede prisão de patroa que colocou arma na boca de grávida por falsa acusação de furto

06/05/2026 12h24
Por: Redação
Divulgação/PCMA
Divulgação/PCMA

Um relato de horror e covardia choca o Maranhão. A doméstica Samara Regina, grávida de seis meses, detalhou as agressões sofridas no último dia 17 de abril, após ser acusada injustamente de furtar um anel pela patroa, Carolina Sthela Ferreira dos Anjos. A joia, motivo de uma sessão de tortura que incluiu coronhadas e ameaças de morte ao bebê, foi encontrada posteriormente no cesto de roupas sujas da própria agressora.

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Sessão de Tortura e Sadismo

Samara aceitou o trabalho temporário para comprar o enxoval do filho, mas acabou vivendo um pesadelo. Segundo a vítima, ela foi obrigada a se ajoelhar enquanto um amigo da patroa, armado, a agredia. Em áudios obtidos pela polícia, Carolina confessa o crime em um grupo de WhatsApp com tom de deboche: "Dei tanto nessa mulher que até hoje minha mão está inchada". Ela detalha ainda que o comparsa chegou a colocar a arma na boca da gestante.

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Conivência Policial

O caso ganha uma camada ainda mais grave com a revelação de que uma viatura da PM abordou o grupo no dia do crime, mas os liberou. Nos áudios, a patroa afirma que um policial conhecido a "poupou" de ser levada à delegacia, mesmo notando os hematomas na vítima. O delegado Walter Wanderley, da 21ª DP de Araçagi, confirmou que enviará o nome do militar à Corregedoria e pedirá a prisão preventiva de Carolina.

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Medo do Futuro

Mesmo com a repercussão, Samara afirma viver sob constantes ameaças e teme por sua vida e a de seu bebê. "O que dá a certeza de que mesmo depois de ela ser presa eu poderei sair na rua sem medo?", questiona a jovem, que agora busca proteção e justiça.

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