A cantora de 66 anos revelou que uma micropigmentação feita há três anos prejudicou seu couro cabeludo. Agora, ela utiliza próteses especiais enquanto os fios naturais se recuperam de um corte químico.
A cantora Gretchen voltou a usar suas redes sociais para falar de um tema que ainda é tabu para muitas mulheres: a alopecia androgenética. Com a coragem que lhe é característica, a "Rainha do Rebolado" mostrou a realidade de seu couro cabeludo e explicou como escolhas estéticas do passado acabaram agravando a sua condição atual.
Gretchen revelou que, há três anos, tentou esconder as falhas no cabelo através de uma micropigmentação (espécie de tatuagem no couro cabeludo). No entanto, o procedimento, em vez de ajudar, acabou prejudicando a saúde dos fios remanescentes e a oxigenação da área, dificultando o tratamento da calvície.
A artista relembrou que o gatilho para a perda capilar foi um corte químico severo. Ela utilizava guanidina (um relaxante capilar) e, ao tentar tingir o cabelo em um salão com um produto incompatível, os fios não resistiram. "Perdi todo o cabelo. Depois, com a Covid e a minha reposição hormonal, tudo juntou", explicou ela, detalhando como fatores externos e biológicos aceleraram o processo.
Atualmente, Gretchen optou por abandonar o mega hair tradicional e aderir a uma prótese capilar especial, semelhante às utilizadas por pacientes em quimioterapia. A peça possui uma touca protetora que evita o contato direto com o couro cabeludo, eliminando coceiras e permitindo que o tratamento dermatológico continue enquanto ela mantém o visual que deseja. "Hoje me sinto mais confortável. É prático e dá para variar", afirmou.