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Mulher trans foi morta por rapaz acolhido pela vítima em casa
13/05/2026 18h25
Por: Redação
Reprodução/redes sociais

A 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria) elucidou o bárbaro assassinato de Valeska Barboza, de 36 anos, com a prisão do principal suspeito, Wiris Barbosa da Silva, nesta quarta-feira (13/5). Wiris foi localizado na cidade de Rio Claro, em São Paulo, após semanas de diligências da Seção de Investigação de Crimes Violentos (SICVIO), com apoio da polícia paulista.

O Crime e a Traição

Valeska, que era cuidadora de idosos e estudante de enfermagem, foi encontrada morta em seu apartamento no dia 25 de abril, após amigos sentirem um forte odor vindo do imóvel. Segundo a família, Valeska havia acolhido Wiris em sua casa em janeiro para ajudá-lo a conseguir emprego e recomeçar a vida. No entanto, o relacionamento degradou quando o suspeito passou a recusar ajuda.

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No dia 21 de abril, vizinhos ouviram uma discussão onde Valeska exigia que Wiris fosse embora. Aquela foi a última vez que ela foi vista com vida. O corpo foi encontrado dias depois em um quarto ensanguentado, com marcas de golpes de objeto perfurocortante.

Frieza Pós-Crime

A investigação revelou a frieza do agressor. Após matar Valeska, Wiris teria roubado o notebook, celular, televisão e documentos da vítima. Ele chegou a utilizar o celular de Valeska para responder mensagens, fingindo ser ela, para ganhar tempo na fuga e evitar que o desaparecimento fosse notado de imediato.

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Uma Vida de Lutas

A morte de Valeska interrompeu o sonho de uma mulher descrita como "guerreira e comunicativa". Resgatada e adotada ainda recém-nascida, ela lutava para comprar a casa própria e concluir o curso de enfermagem. O suspeito agora deve ser transferido para o Distrito Federal, onde responderá por homicídio qualificado e roubo.

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