O governo Trump quer pegar seis coelhos islâmicos com uma cajadada só. O programa Recompensa por Justiça, do Departamento de Estado dos EUA, está oferecendo um prêmio de US$ 15 milhões por informações que levar as forças americanas a "anular" seis iranianos ligados à produção dos temidos drones de Teerã — um dos principais artigos de exportação do Irã juntamente com o petróleo e que tem na Rússia um cliente frequente, utilizando-os em larga escala na guerra na Ucrânia.
As cabeças de Hassan Arambonjad, Abolfazl Ramazanzadeh Mushkani, Mehdi Ghaffari Naghneh, Reza Nahardani, Abbas Sartaji e Hadi Jamshidi Zavarki estão a prêmio. Eles estão ligados à Kipas, empresa que fornece os drones à Guarda Revolucionária Islâmica. Esses drones já atacaram instalações americanas e alvos de países aliados de Washington no Oriente Médio.
"Membros importantes da Kipas têm estado ativamente envolvidos nos testes, no desenvolvimento e no fornecimento de drones da empresa, particularmente para grupos armados alinhados ao Irã no Iraque, Iêmen e Síria", disse um comunicado oficial dos EUA.
Os drones iranianos Shaded são uma forma bastante econômica de manter ativo o conflito no Oriente Médio. Antes da guerra, o Irã possuía dezenas de milhares de drones de ataque unidirecionais, além de capacidade substancial para aumentar os seus estoques, o que estaria acontecendo durante a trégua.
Lançados em grande número para sobrecarregar as defesas aéreas inimigas, os drones frequentemente forçam os defensores a usar mísseis interceptores de alto custo para abatê-los, elevando o custo do conflito.
Internacional Homem sobrevive sete dias no mar após tentar beber a própria urina e comer caranguejos
Internacional Garotas de programa encontram clientes “mina de ouro” e faturam até R$ 119 mil por dia
Internacional Garota de programa é condenada após matar cliente por asfixia em jogo erótico
Mundo Funcionário do McDonald's é atacado com óleo fervente por colega
Internacional Pelo menos 49 pessoas morrem de sede no deserto do Saara após caminhão quebrar
Mundo Surto de Ebola no Congo já matou 17 pessoas, segundo OMS