Economia Educação
Acordo entre Governo e Professores Federais Põe Fim à Greve e Garante Reajuste Salarial de até 31%
29/05/2024 16h33
Por: Eduardo

Após um mês de paralisação, docentes das universidades e institutos federais brasileiros chegaram a um acordo com o governo federal que prevê reajuste salarial gradual de até 31% até 2026. A medida, que deve encerrar as greves nas instituições federais nos próximos dias, representa uma conquista significativa para a categoria e abre caminho para a retomada das atividades presenciais.

Reajuste em Etapas e Melhorias na Carreira

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O acordo firmado entre as partes estabelece um cronograma de reajustes salariais que se estende até 2026. Apesar da ausência de aumentos para 2024, os anos seguintes apresentarão incrementos consideráveis: 9% em 2025 e 3,5% em 2026. Além disso, o acordo contempla reajustes nas progressões de carreira (steps), com majorações de 4,5% em 2025 e 5% em 2026.

Benefícios para Professores e Estudantes

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Com a assinatura do acordo, espera-se que a categoria docente seja diretamente beneficiada, tanto com o aumento na remuneração quanto com a valorização da carreira. No acumulado, um professor poderá ter um aumento de até 43% no vencimento básico até 2026. Essa conquista, além de contribuir para a melhora da qualidade de vida dos professores, deve ter um impacto positivo no ensino oferecido aos estudantes, com a redução da evasão de docentes qualificados e a atração de novos talentos para a carreira.

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Situação Atual das Negociações

Embora a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições de Ensino Superior (Proifes) tenha aceito a proposta, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES) ainda se mantém em resistência. Apesar disso, as negociações entre as partes continuam em andamento, com uma nova reunião agendada para o dia 3 de junho.

Um Novo Capítulo para a Educação Federal

O acordo entre o governo federal e os professores das universidades e institutos federais representa um passo importante para a resolução da crise na educação superior brasileira. Com o fim da greve e a perspectiva de um futuro mais promissor para a carreira docente, espera-se que as instituições federais de ensino retomem suas atividades com ainda mais qualidade, garantindo o acesso à educação pública de qualidade para todos os brasileiros.