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Médicos fecham barriga de paciente com agulha dentro e mulher vive inferno por anos até descobrir em exame

05/10/2026 15h08
Por: Redação
Médicos fecham barriga de paciente com agulha dentro e mulher vive inferno por anos até descobrir em exame

Um erro médico estarrecedor e inacreditável virou caso de Justiça nos Estados Unidos e chocou a comunidade médica internacional. A enfermeira Jana Petriganova DeGregoris viveu um verdadeiro inferno na terra por longos sete anos, sofrendo com dores abdominais inexplicáveis e pontadas constantes, até descobrir o motivo de sua agonia: uma agulha cirúrgica de 4 centímetros esquecida dentro do seu corpo.

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A vítima, que ironicamente trabalha como enfermeira no próprio hospital onde foi vítima da negligência — o prestigiado Mount Sinai Hospital, em Manhattan (Nova York) —, está processando o centro médico e três médicos cirurgiões.

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A negligência médica se arrastou ao longo de duas cirurgias complexas e anos de puro desespero:

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  • Parto Cesárea (2018): O pesadelo começou em junho de 2018, quando Jana passou por uma cesariana. Os cirurgiões fecharam a incisão sem perceber que haviam abandonado o objeto perfurante no interior da paciente;

  • Segunda Cirurgia Ignorada (2021): Três anos depois, em novembro de 2021, a enfermeira passou por uma abdominoplastia e correção de hérnia com a mesma equipe médica. A agulha permaneceu escondida nas entranhas sem que os médicos notassem a bizarrice;

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  • Achado Chocante no Exame: A verdade aterrorizante só veio à tona durante uma tomografia de emergência. As imagens revelaram o objeto de metal cravado em seus tecidos, exigindo uma nova e dolorosa cirurgia de urgência para arrancar o metal de seu abdômen.

Processo Milionário Por Negligência e Agonia Prolongada

Jana e o marido protocolaram a ação na Suprema Corte de Manhattan exigindo indenizações milionárias pela dor física intensa, sequelas psicológicas e o risco iminente de infecção generalizada e perfuração de órgãos vitais ao longo de quase uma década.

Os médicos acusados e a direção do Mount Sinai se mantêm em silêncio absoluto diante da revelação do erro grosseiro.

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