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Policial atende ocorrência de morte de idoso, toma a casa, gasta R$ 1 milhão em reforma e processa família

21/10/2026 15h32
Por: Redação
Reprodução/Broward Sheriff's Office
Reprodução/Broward Sheriff's Office

Uma história inacreditável de corrupção policial, ganância e usurpação imobiliária chocou as autoridades do estado da Flórida, nos Estados Unidos. O policial Brian Louis Sguros, de 35 anos, foi preso acusado de usar o próprio cargo para se apropriar ilegalmente da casa de um idoso falecido, morar no local por quatro anos e falsificar documentos oficiais.

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O plano do agente da cidade de Lauderhill ruiu de forma bizarra: ele acabou desmascarado após ter a audácia de processar na Justiça os verdadeiros herdeiros do idoso, exigindo o reembolso milionário pelas reformas que realizou no imóvel invasor.

Atendimento do Cadáver, Mentiras sobre Funeral e Invasão

A trama criminosa começou em 11 de julho de 2022, quando o policial Brian foi despachado para atender a um chamado de verificação de bem-estar na residência do idoso Dennis Ionis West, de 71 anos, após vizinhos notarem seu sumiço:

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  • Corpo na Entrada: Ao entrar no imóvel, os policiais encontraram Dennis morto próximo à porta de entrada. A autópsia confirmou que o idoso faleceu de causas naturais decorrentes de doença cardiovascular;

  • Falso Amigo: Aproveitando-se do momento de isolamento da vítima, Brian afirmou aos investigadores que era "amigo íntimo" do idoso e se ofereceu para organizar o funeral, alegando que Dennis não tinha familiares — o que era uma mentira deslavada;

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  • Tomada de Posse Sem Autorização: Poucas semanas depois, em 1º de agosto de 2022, o policial se mudou para a residência e assumiu a propriedade de forma totalmente ilegal e sem autorização da Justiça.

Reforma de R$ 1 Milhão e Audácia Judicial contra Herdeiros

Durante quatro anos, o policial viveu no imóvel e investiu pesado na estrutura da residência, utilizando até a identidade do morto para tentar regularizar a fraude.

Brian foi algemado e conduzido à prisão do condado na terça-feira (20/10). Ele responderá por graves acusações de fraude imobiliária, falsificação de documentos públicos e usurpação, com agravantes severos por ter cometido os crimes valendo-se do distintivo policial.

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