A Justiça de São Paulo decretou, nesta segunda-feira (13/4), a prisão preventiva de Larissa Souza. Ela é a principal suspeita de tentar assassinar o próprio companheiro, Adenilson Parente, utilizando "chumbinho" — um veneno de comercialização proibida — para contaminar um açaí consumido pelo namorado.
O crime ocorreu em fevereiro deste ano, em Ribeirão Preto. Na ocasião, Adenilson Parente passou mal imediatamente após consumir o alimento e precisou ser socorrido às pressas. O homem permaneceu internado no Hospital das Clínicas (HC) por mais de uma semana, lutando contra os efeitos severos da intoxicação.
A investigação da Polícia Civil ganhou força com o resultado do laudo oficial emitido pelo Instituto de Criminalística. O documento confirmou a presença de substâncias tóxicas compatíveis com o raticida ilegal no produto analisado. Diante das evidências, a polícia indiciou Larissa por tentativa de homicídio qualificado.
O pedido de prisão foi endossado pelo Ministério Público e acatado pelo Poder Judiciário. Entretanto, no momento em que os agentes tentaram cumprir o mandado nesta segunda-feira, a mulher não foi localizada em seus endereços conhecidos.
Larissa Souza agora é considerada foragida da Justiça. A Polícia Civil solicita que qualquer informação sobre o paradeiro da suspeita seja comunicada anonimamente via Disque Denúncia (181). O caso segue sob investigação para apurar a motivação exata por trás do crime.
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