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Homem mata colega de trabalho, oculta prova e DNA em relógio o entrega

26/05/2026 15h50
Por: Redação
Reprodução
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A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prendeu, na última segunda-feira (25/5), um homem apontado como o autor de um feminicídio brutal que chocou a Zona Norte do Rio de Janeiro. O investigado é acusado de assassinar uma colega de trabalho a facadas e, logo em seguida, arquitetar uma série de adulterações em aparelhos digitais e vestuários para tentar obstruir as investigações da Polícia Civil.

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O Crime e a Convivência Fria

O feminicídio foi cometido na Comunidade do Para Pedro, localizada no bairro Colégio. Conforme apontam os relatórios policiais, o suspeito e a vítima possuíam uma relação profissional e decidiram ir juntos a uma festa. No retorno, utilizaram um carro de aplicativo até a residência da mulher. Ao desembarcarem, iniciou-se uma intensa luta corporal que culminou com a vítima sendo atingida por dezenas de golpes de faca.

O que mais estarreceu os agentes foi o comportamento do suspeito após o assassinato: demonstrando total ausência de remorso ou nervosismo, ele continuou a frequentar diariamente e de forma normal o posto de trabalho que dividia com a vítima, tentando criar uma narrativa de total alheamento ao ocorrido.

Rastreamento Forense e Prisão

A farsa do criminoso começou a desmoronar durante os primeiros depoimentos na especializada. Os investigadores da DHC detectaram severas contradições no roteiro cronológico apresentado pelo homem. Diante das suspeitas, os policiais apreenderam os pertences dele e a perícia técnica obteve um avanço crucial: encontrou vestígios latentes de sangue humano em um relógio de pulso do suspeito. O exame de DNA confirmou que o sangue pertencia à vítima.

A investigação comprovou ainda que o homem agiu ativamente para destruir provas: ele deletou históricos inteiros de conversas em aplicativos de mensagens no celular e descartou as vestimentas utilizadas na noite do assassinato. Com as evidências consolidadas, a Justiça do Rio expediu um mandado de prisão preventiva. O criminoso foi localizado e capturado no bairro de Irajá, sendo encaminhado ao sistema prisional, onde responderá pelos crimes de feminicídio e fraude processual por obstrução da justiça.

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