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Grávida de 4 meses que estava desaparecida é encontrada morta e carbonizada

14/10/2026 18h37
Por: Redação
Grávida de 4 meses que estava desaparecida é encontrada morta e carbonizada

Uma tragédia de extrema crueldade e covardia chocou a população de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo. O corpo da jovem Juliana Paulo Pinto, de 29 anos, grávida de quatro meses, foi encontrado carbonizado em uma área rural no bairro Monte Líbano, na tarde desta quinta-feira (14/10). Juliana estava desaparecida desde o início da semana.

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Em uma resposta rápida das forças de segurança, um homem de 31 anos (ex-companheiro da vítima) e a atual mulher dele, de 24 anos, foram presos em flagrante acusados pelo crime bárbaro.

Câmeras de Posto Desmantelam Mentira do Casal Suspeito

O desaparecimento foi comunicado à polícia pelo atual companheiro de Juliana. Relatos de familiares apontaram um histórico de ameaças e conflitos constantes com o ex-namorado, levando a Polícia Civil a focar as investigações no suspeito:

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  • Pista em Posto de Gasolina: O casal suspeito tentou criar um álibi, mas imagens de câmeras de segurança de um posto de combustíveis desmentiram a versão dos dois, mostrando o carro deles parando para abastecer na noite do desaparecimento e seguindo direto para o local do crime;

  • Sandália no Local: Durante as buscas na área rural do bairro Monte Líbano, os policiais encontraram uma sandália de Juliana ao lado do corpo em avançado estado de carbonização;

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  • Feminicídio e Aborto Provocado: A Polícia Civil autuou o casal por ocultação de cadáver e solicitou à Justiça a prisão temporária dos dois pelos crimes de feminicídio e aborto provocado sem o consentimento da mãe.

Delegacia de Homicídios Mantém Investigação em Sigilo

O delegado titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cachoeiro de Itapemirim, Felipe Vivas, destacou o rigor das apurações:

"O caso é investigado sob a hipótese de feminicídio, além de outros crimes. Outras informações não serão divulgadas neste momento, a fim de preservar o andamento das investigações", explicou a autoridade policial.

O casal permanece custodiado no sistema prisional do Espírito Santo, à disposição da Justiça. A família de Juliana, em estado de choque e luto, não quis se pronunciar sobre a perda devastadora.

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