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Homem mata mulher filma corpo e posta: “Assim que vão lembrar dela”

20/10/2026 15h56 Atualizada há 3 horas atrás
Por: Redação
TV Globo
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Um feminicídio de extrema perversidade, seguido por exibicionismo macabro e confronto armado com a polícia, estarreceu a população de Funilândia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). O criminoso João Paulo Magela Teixeira, de 28 anos, é suspeito de assassinar brutalmente sua companheira, Gersica de Souza Vieira, de 31 anos, filmar o corpo mutilado e publicar o vídeo estarrecedor no status do seu próprio WhatsApp.

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No vídeo divulgado para todos os seus contatos, o assassino disparou com tom de deboche: "É assim que vocês vão lembrar dela. Desgraçada".

Corpo Amarrado, Mãe Cega no Imóvel e Tiroteio com a PM

O crime macabro ocorreu na zona rural de Funilândia na última segunda-feira (19/10) e mobilizou guarnições da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG):

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  • Alerta no WhatsApp: A PM foi acionada às pressas após parentes e conhecidos receberem o vídeo estarrecedor e verem as postagens no status do criminoso mostrando Gersica ensanguentada no chão;

  • Cena de Horror: Ao entrarem na residência, os policiais encontraram o corpo de Gersica com os tornozelos amarrados por cordas, parte do corpo suspensa e 4 perfurações de tiros pelo rosto, orelha e pernas;

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  • Mãe Deficiente Visual no Quarto: No mesmo imóvel onde ocorreu a barbárie, estava a mãe de Gersica, uma idosa com deficiência visual que dependia dos cuidados da filha. A idosa dormia durante a execução e precisou ser acordada e amparada pela assistência social;

  • Troca de Tiros e Morte: Ao notar a chegada das viaturas, João Paulo saiu da casa armado com uma espingarda e abriu fogo contra os militares. No revide, o assassino foi atingido por 4 disparos e morreu no local ainda segurando a arma.

Histórico de Agressões e Perícia Policial

Segundo informações prestadas pelo comando da PMMG, o criminoso já tinha um histórico severo de violência doméstica e era monitorado pela Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica (PPVD)

A Polícia Civil de Minas Gerais assumiu as investigações para concluir o inquérito e prestar todo o suporte necessário à idosa sobrevivente.

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